29 abril, 2017

Chegou - Mundos Paralelos: A Ponte

Oi, gente!!!
Chegou mais uma novidade de outra autora nacional, o livro da vez é Mundos Paralelos: A Ponte.
A autora enviou um exemplar autografado e já vou dizendo que estou apaixonada pela capa.

“A ponte era o único caminho que conduzia aos mundos paralelos, somente os filhos do ar é que podiam ir a estes mundos sem ter, necessariamente, que cruzar a ponte. Todos os outros filhos dos deuses e os demais seres precisavam atravessá-la. Era uma ponte antiquíssima, construída pelos primeiros deuses. Era feita de troncos de uma árvore que só crescia no mundo superior. Havia outras árvores igualmente únicas e poderosas; esta, da qual se construiu a ponte, era chamada de árvore da vida e os pregos utilizados para pregar estes troncos gigantescos foram produzidos a partir do material do rio de metal derretido, as cordas que a amarravam eram extremamente resistentes, tinham sido tecidas com os cabelos de uma antiga deusa da Terra Sombria.
O que separava os mundos paralelos era um tenebroso abismo, não era possível visualizar o seu fundo, visto que era infindavelmente profundo onde corria um rio de águas amargas. Somente poderia chegar a esta ponte quem estivesse nos domínios dos mundos superior ou inferior, mas os habitantes do mundo inferior precisavam de autorização dos deuses para atravessar a ponte e ter acesso aos mundos paralelos. Já os seres destes mundos paralelos não poderiam, de maneira alguma, chegar até lá, o portal era intransponível e não era visível a humanos. Agora os filhos do fogo teriam de ir até lá, fazer a perigosa travessia e chegar ao mundo paralelo onde Angak vivia e impedir que os seres do mundo inferior a alcançassem. Isso era imprescindível.” (Trecho do livro)
Conhecendo um pouco mais sobre a Série Mundos Paralelos
“Desde que o deus Uno se dividiu e se despedaçou, os mundos superior e inferior e seus respectivos seres lutavam para sobressaírem-se, obtendo o domínio dos mundos paralelos. Os que eram essencialmente bons queriam que o bem dominasse; os que eram essencialmente maus queriam que o mal reinasse, mas não era assim que deveria acontecer. Para que o equilíbrio fosse restaurado, tanto o bem quanto o mal eram necessários. A dualidade existia para que a harmonia fosse alcançada. O deus Uno havia se fragmentado para que cada partícula de sua essência pudesse alcançar o conhecimento e assim, evoluir. Na verdade não existiam opostos, apenas intensidades diferentes. O bem é tão somente o mal em sua menor intensidade; e o mal é igualmente o bem um seu menor grau, mas um não pode existir sem o outro. Ambos nasceram de uma mesma fonte. Ambos possuem a essência um do outro. Ambos são um.”

Além de Mundos Paralelos, a Ponte , Rosana Ouriques publicará os seguintes livros:
* Mundos Paralelos, em Busca da Fonte
* Mundos Paralelos, a Descoberta do Elixir
* Mundos Paralelos, os Guardiões da Escrita Sagrada
* Mundos Paralelos, a Árvore Contante
* Mundos Paralelos, o Resgate de Maya
* Mundos Paralelos, o Repouso dos Deuses
* Mundos Paralelos, a Espiral.


Rosana Ouriques nasceu em 5 de outubro de 1972, filha de José Carlos Ouriques e Maria Bernadete Melo Ouriques.
Formou-se no magistério em 1991, cursou licenciatura em Ciências da Religião e pós-graduou-se em Fundamentos e Metodologia em Ciências da Religião na Fundação Universidade Regional de Blumenau FURB, em Santa Catarina. Professora na rede pública e particular de ensino há 20 anos.
Escreveu artigos para o Jornal de Santa Catarina, palestrou em diversos eventos e foi consultora para elaboração de Proposta Curricular para o Ensino Fundamental em três municípios catarinenses.
É casada e mora com os filhos em Itapema, no litoral catarinense, juntamente com seus dois gatos e dois cachorros. Protetora dos animais, adora cozinhar, vinhos, livros, cinema e caminhadas à beira-mar. rosamaisana@bol.com.br

28 abril, 2017

Resenha - Se meu cachorro falasse

Título: Se meu cachorro falasse
Autora: Cynthia L. Copeland
Editora: Sextante
Páginas: 176
Ano: 2016
Gênero: Autoajuda
Sinopse: Combinando lindas fotos de cachorros às ótimas lições de vida que eles nos ensinam, este livro é um delicioso lembrete do que realmente importa.
Menos preocupação, mais alegria
Os cachorros nos ensinam a receber cada manhã com entusiasmo e otimismo, a amar de forma incondicional, a perdoar com facilidade e a saber quando fugir e quando descansar. Verdadeiros filósofos de quatro patas, eles nos mostram que cada dia é uma dádiva — e que cada refeição é a melhor de todas!
A resenha de hoje é curta, mas de um livro muito fofo e vai ter muitas fotos, pois eu adoro mostrar meus filhos, rsrsrs sou mamãe coruja. Assim que vi o lançamento de Se meu cachorro falasse, logo o pedi para a editora.
A leitura dele é fácil, agradável e nos mostra várias citações que tem tudo a ver com os cães e até mesmo com as raças representadas. É um livro perfeito para aqueles que têm ccachorros, ou que mesmo não tendo os amam de qualquer maneira.


"A força está nas diferenças, não nas semelhanças." - Stephen Covey
Ele mostra também histórias tristes como a do cachorro Hachiko, que eu já conhecia através do filme e realmente é uma história triste, mas também mostra o quanto o amor deles por nós humanos é leal, infinito e sem o menor interesse.


Enquanto eu lia ia imaginando tudo que já vivi com os meus cães, um Basset Hound de 7 anos chamado Ares e seu irmão Caius, um Buldogue Francês de 7 anos, com eles aprendi  o quanto é importante darmos valor as pequenas coisas, como é fácil agradar eles com um simples passeio, uma coçadinha na barriga, um momento de atenção. Eu sempre digo que o Ares e o Caius só faltam falar, pois eles entendem tudo, o Buldogue é super inteligente e aprende fácil o que a gente ensina, mas o Basset ah esse ninguém manda nele affff, posso morrer chamando o Ares, mas não adianta ele faz o quer, lembro que uma vez li uma reportagem sobre o Basset Hound ter o melhor faro, mas a polícia não usa eles para serem farejadores porque eles não se deixam adestrar, eles realmente são assim, fazem o que querem. Sou a pessoa mais feliz do mundo por esses dois meninos terem me escolhido como mãe.


Eu amei ter lido esse livro, pois ele nos mostra o quanto a amizade entre nós e um cachorro é importante, eles nos mostram o que é amizade de verdade, o quanto são leais, que devemos nos apegar as pequenas coisas, curtir o momento e o mais importante sempre agradecer por tudo e por todos.
Leitura mais do que recomendada!!!

27 abril, 2017

Chegou - O Treinador do Meu Sobrinho

Oi, gente!!!
Recebi ontem o livro O Treinador do Meu Sobrinho, ele foi cortesia da autora e vou começar a leitura hoje mesmo, logo vai ter resenha dele por aqui.
O livro veio autografado e eu agradeço o carinho que a autora teve comigo durante a troca de e-mails.

Sinopse: Duda aprendeu que a vida não era fácil, mas nunca se deixou abater pelos obstáculos. Conhecida por sua personalidade ousada, ela valorizava sua própria liberdade acima de quaisquer sentimentos. A vida estava sempre sob seu controle... até seu sobrinho, o jovem tenista Igor, garantir-lhe que André, seu treinador, seria o “homem ideal” para ela. Duda não acha que precisa de qualquer relacionamento sério, aliás, aprendeu que o amor não existe para todos, especialmente não para ela. Por isso, tudo soava muito divertido quando Duda soube que finalmente conheceria o “tão mencionado” André; o problema é que o tal “homem ideal” era um babaca que parecia muito disposto a irritá-la. Agora, Duda precisará lidar com as expectativas românticas de seu sobrinho, a monitoria estressante de sua irmã mais velha, o confronto com seu próprio passado doloroso e a verdade de que nunca é tarde para aprender a amar.

Vanessa Gramkow nasceu em 22 de setembro de 1982, na cidade de Presidente Getúlio (SC), onde permanece morando com seu marido e filho. Formou-se em Pedagogia, com especialização em Educação Infantil e Anos Iniciais, e atua profissionalmente como professora, área na qual adora trabalhar, pois não apenas transmite conhecimento como também sabe que educar é um ato de amor. Apaixonada pela leitura, nas horas vagas dedica-se a realizar um grande sonho, ser escritora, com o objetivo de fazer com que seus leitores, em cada história, reflitam sobre os pequenos momentos da vida.

Alguém já leu o livro? Conhece a autora por ter lido outro livro dela?
Espero apreciar a leitura e voltar aqui para contar tudo para vocês.

15 abril, 2017

Resenha - Uma Noite Como Esta

Título: Uma Noite Como Esta (Quarteto Smythe-Smith #2)
Autor: Julia Quinn
Editora: Arqueiro 
Páginas: 272
Ano: 2017
Gênero: Romance de Época
Sinopse: Daniel Smythe-Smith passou três anos exilado na Itália depois de um duelo com seu amigo, o gênio matemático Hugh Prentice, e quase o fez perder uma perna. Com isso o pai de Hugh, Lorde Ramsgate, o ameaçou dizendo que se ele não saísse do país seria morto, mas um dia ele recebe a visita de seu amigo, que o libera para voltar à Inglaterra...
Ele volta justamente no dia da apresentação do Quarteto, mas encontra uma pessoa diferente ao piano (já que sua prima Sarah fingiu estar doente para não participar, Anne Wynter, a governanta das irmãs dela a substituiu), ao olhar para ela, ele fica encantado e, ao final da tortura apresentação ele corre para encontrá-la. Ao vê-la, não resiste e a beija, mesmo sem conhecê-la direito e ela, depois de um tempo escapa dele e se esconde.
Por falar em se esconder, Anne Wynter (ou melhor, Annelise Shawcross) esconde seu passado de todos, pois ela teve que se afastar de sua família, após ser enganada e humilhada por seu amado, que prometeu se casar com ela, sendo que na verdade já estava comprometido com uma mulher mais rica. Além de ter perdido a virgindade, o que já era terrível, ainda leva toda a culpa pelo que aconteceu, e por isso, ela não pode mais ter contato com a família e ela é levada para viver como governanta numa residência na Ilha de Man. Depois de um tempo, Anne foi contratada para cuidar das meninas Pleinsworth, primas de Daniel. E apesar da tentativa de manter seu passado oculto, a Lady Pleinsworth desconfiava que ela era de origem nobre e tinha motivos para negar sua criação.
Daniel, ao saber que Anne é a governanta de suas primas, resolve ir sempre à casa Pleinsworth sob o pretexto de vê-las, e sempre ia passear com elas, porque sabia que ela iria junto. E, com isso eles vão ficando cada vez mais apaixonados, mesmo que ela não adimita. Mas, o que ele não sabe, é que os segredos de Anne, vão além do tipo de criação que teve, e que agora, mais do que nunca, precisará conhecer o seu passado, pois ambos estão correndo perigo, e, desta vez, não tem nada a ver com o Lorde Ramsgate ou o duelo.

Depois de suspirarmos pelo casal Honoria e Marcus em simplesmente o paraíso, chega a vez do irmão da Honoria, o Daniel, Conde de Winstead viver a sua própria história de amor.

Como vimos no livro anterior, Daniel foi exilado do país por causa de um duelo malsucedido com o filho de um marquês, seu amigo da faculdade, Hugh Prentice, as coisas deram errado quando acidentalmente Daniel atirou na perna de Prentice, e o marquês ameaçou a vida do conde por conta do acidente, então com medo de pôr a família em risco Daniel decide ir para outros países, assim salvando sua mãe e irmã e ele próprio da fúria do marquês.

“Nada era mais sinônimo de “lar” para um homem da família Smythe-Smith do que música mal tocada. ” Pág. 22
Após 3 anos vivendo como nômade Daniel volta para a Inglaterra no dia do famoso concerto das Smythe-Smith, sendo que vai ter uma surpresa ao perceber que não é a prima que vai estar ao piano, mas sim uma bela moça de olhos azuis. E é assim após uma breve troca de olhares que o Conde e a Sra. Wynter se apaixonam. Bem, talvez eu esteja exagerando na parte da Sra. Wynter, mas o Conde se apaixona perdidamente e começa a persegui-la desde então, e nessas perseguições ele descobre que ela é a governanta das três primas dele Harriet, Elizabeth e Frances. Anne Wynter é uma mulher com segredos que a fizeram tomar um rumo totalmente diferente que ela previra na vida, agora ela é governanta de três jovens nobres e tem uma forma de vida confortável, até o Conde de Winstead aparecer e derrubar os muros de proteção que ela fez ao redor dos seus próprios sentimentos. Mas será possível viver um romance com um Conde sendo uma governanta e ainda por cima com tantos segredos que custam a ser revelados?

Acho que vocês já ouviram falar disso, não é? Um pouco clichê, certo? Vocês têm razão, esse livro é totalmente clichê, principalmente na temática amor à primeira vista que não me desce de jeito nenhum, pois como uma pessoa pode se apaixonar à primeira vista? Acho que as coisas aconteceram rápido demais nesse livro, e infelizmente não deu para curtir Anne e Daniel como um casal.

"Daniel não se lembrava de já ter desejado uma mulher daquele modo romântico. Ia além do mero desejo. A necessidade que sentia por ela era mais profunda do que o corpo dele. Queria venerá-la..." 
 Felizmente temos as meninas protegidas pela Sra. Wynter, que dão um brilho especial ao livro com seus maravilhosos diálogos e cenas totalmente carregadas de humor, espero ver mais capítulos com elas no próximo livro.
Esse é um livro com a escrita maravilhosa da Quinn, mas não é uma das melhores histórias, sendo que como eu falei dá sim para curtir o livro como um bom passatempo.